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Mamãe eu bati em um bêbado!

Día 1,826, 05:17 por Toboco

Por favor, ajude um jornalista a ser feliz VOTE neste artigo e ASSINE este jornal.

English version is in the end

Dear foreign friends, Please help a journalist to be happy VOTE in this article and SUBSCRIBE this newspaper. Its only a minute.


Mamãe. Papai pediu e eu bati em um bêbado.



Sabe aqueles dias nos quais você precisa matar alguém? Eu estava assim, mamãe. E papai pediu e eu bati.

As mulheres chamam de TPM. Eu sou mais sincero e chamo de “dias que preciso matar alguém”. Sim, é esse o nome. Tem outros nomes, como “o dia em que o estou com os cornos virados”, ou “o dia em que estou virado no saci”. Mas eu particularmente prefiro “dias que preciso matar alguém”.

São os dias em que tudo, absolutamente tudo, deu errado e eu, em algum momento, explodo.

Ando pela rua torcendo para que alguém menor que eu surja do nada, puxe uma faca e mande-me entregar o celular. Assim, eu tenho todos os motivos do mundo para fazer com que ele coma a faca, o celular e provavelmente um dos meus tênis.

Mas o outro motivo pelo qual nunca aconteceu nada é que meu rosto, quando estou assim, não deve ser dos mais simpáticos. Alguns meses atrás eu tive uma crise dessas e fui para a luta. Eu andava pela calçada e as pessoas iam desviando e abrindo caminho para mim. E evitando me olhar nos olhos. Num determinado momento, minha vontade era parar e berrar: “vocês não têm vergonha de sentir medo de alguém do meu tamanho?”. Neste dia encontrei alguém do meu tamanho e ainda assim apanhei e saí correndo.

Sim, eu sou estourado. Puxei do meu pai. Já arrebentei porta de guarda-roupa com um murro, já entrei por outros mundos. Mas agora estou aqui. Preso. E papai sabia disso mamãe.

Mas, quando eu explodo, dura apenas cinco minutos. Já os dias nos quais eu preciso matar alguém são bem mais raros (felizmente) e o ódio dura muito mais (infelizmente). Nesses dias, se eu fosse um personagem de Star Wars, o Darth Vader ligaria para o Imperador assim que me visse, para falar:

– Mestre? Acho que tem um lado negro mais negro ainda que o nosso. Você nunca me disse nada sobre isso. Sabe de algo a respeito? Porque, pelo que vi, lá parece ser mais promissor em termos de carreira. Isso sem falar na satisfação pessoal.

Enfim, ninguém precisa ficar assustado. Estes dias nos quais o Michael Douglas em Um Dia de Fúria perguntaria timidamente se pode andar comigo na rua, como meu assistente, são raros mesmo.

Mas recentemente tive um deles.

[img]http://tinyurl.com/cntwkru[/img]

Estava andando pela rua com a minha melhor expressão Charles-Bronson-em-qualquer-Desejo-de-Matar, quando o tal moleque menor que eu com uma faca surgiu do nada, mas na figura de um guardador de carros bêbado. Foi ali, na frente.

Eu parei e olhei.

Eu já havia visto este bêbado ali algumas vezes. Está sempre gritando e mexendo com as pessoas na rua. No fundo eu sempre simpatizei com este bêbado. Durante muito tempo ele foi meu amigo. Eu dava uns trocados para ele e imediatamente ele guardava a minha vaga. Eram tempos bons onde os fortões se metiam comigo e eu virava macho mesmo.

Enquanto ele se aproximava, tentei incinerá-lo com meus olhos. Não deu certo.
Meu punho se fechou.

Como estou jogando Batman – Arkham Asylum no PS3, planejei com cuidado cada um dos meus movimentos. Eu iria quebrar o nariz dele com um murro; ele iria ficar tonto; eu daria uma voadora; ele cairia para trás, sobre o capô de um carro estacionado a poucos metros. E eu terminaria a surra o segurando pelos cabelos encardidos e enfiando meu joelho em sua boca. Quando ele estivesse no chão, tentando contar os ossos quebrados, eu diria apenas “volte para sua cela ou eu irei atrás de você”, estalando o pescoço.

Meu punho apertou.

Não, melhor. Lembrei-me do Santino Corleone socando o Carlo Rizzi em O Poderoso Chefão. Ia cobrir o pau d’água de porrada até chegarmos perto de uma lata de lixo. E de metal, tinha que ser um latão de metal. Com o pinguço no chão, pegaria o tampo do latão e o surraria impiedosamente com aquilo, até deixar seu rosto desfigurado. Aí, me levantaria e cuspiria na cara dele, resmungando ofegante que “touch my Daddy again and I’ll kill you, seu bêbado filho da puta”.


E assim eu fui batendo no bêbado. Fui batendo com tamanha vontade que nem percebi que ele praticamente não tinha reação. Naquele momento apenas lembrava as palavras do Papai. “Bata neste bêbado meu filho, ele vive no meu caminho me atrapalhando!”. Não me importava se o bêbado havia sido meu amigo por longo tempo. Não passou pela minha cabeça simplesmente pedir passagem ao bêbado, em nome de nossa amizade. Papai havia me dito ainda. “Meu filho ele me ameaçou e nem te falou nada”. Qual bêbado não fala besteira....

Mamãe. Eu bati neste bêbado. Eu devo me orgulhar? Papai diz que sim. Mas papai ainda não me incentivou a bater em alguém do meu tamanho. Mamãe eu bati em um bêbado.



Qualquer semelhança com o Erepublik é mera coincidência.


Clique na imagem para ver cenas[/b]






English Version



Mama I hit a drunk!


Mom. Asked Dad and I hit a drunk.

You know those days when you need to kill someone? I was like, Mom. And asked Dad and I hit.

Women call the TPM. I'm more honest and call it "days I need to kill someone." Yes, that's the name. It has other names such as "the day that I'm upset with the horns," or "the day that I turned in saci." But I personally prefer "days I need to kill someone."

Are the days when everything, absolutely everything went wrong and I, at some point explode.

I walk down the street hoping someone shorter than me emerge from nowhere, pull a knife and have it give me the phone. So I have every reason in the world to make him eat his knife, cell phone and probably one of my shoes.

But another reason why nothing ever happened is that my face when I'm well, should not be the nicest. A few months ago I had a crisis of these and went to fight. I walked down the sidewalk and people went away and opening the way for me. And avoiding my gaze. At one point, my desire was to stop and shout: "you are not ashamed of being afraid of someone my size?". On this day found someone of my size and still caught and ran.

Yes, I'm busted. I pulled my father. Already fired up door wardrobe with a punch, now joined by other worlds. But now I'm here. Stuck. And Daddy knew it.

But when I burst lasts only five minutes. Since the days when I need to kill someone are much more rare (thankfully) and hatred lasts much longer (unfortunately). These days, if I were a character in Star Wars, Darth Vader Emperor would call me to see so to speak:

- Master? I think it has a dark side even more black than ours. You never told me anything about it. Know anything about it? Because, from what I saw, there seems to be more promising in terms of career. Not to mention the personal satisfaction.

Anyway, no need to be scared. These days in which Michael Douglas in Falling Down shyly ask if you can walk down the street with me as my assistant, are rare even.

But recently I had one.

I was walking down the street with my best expression-Charles Bronson-at-any-of-Desire-Matar, when this kid younger than me with a knife came out of nowhere, but in the figure of a keeper of cars drunk. It was there, in front.

I stopped and looked.

I had seen this a few times there drunk. He is always shouting and messing with people on the street. Deep down I always sympathized with this drunk. For a long time he was my friend. I gave some money to him immediately and he kept my job. They were good times where the heavies if metiam me and I even turned male.

As he approached, I tried to incinerate it with my eyes. It did not work.
My fist closed.

As I'm playing Batman - Arkham Asylum on PS3, carefully planned each of my movements. I would break his nose with a punch, he would get dizzy, I would give a flying, he would fall back on the hood of a car parked a few meters. And I end up spanking holding the grimy hair and shoving my knee into his mouth. When he was on the floor, trying to count the broken bones, I would just say "go back to your cell or I'll chase you," snapping his neck.

My fist clenched.

No better. I remembered Santino Corleone punching the Carlo Rizzi in The Godfather. Would cover the stick shitload of water until we get near a garbage can. And metal, had to be a brass metal. With pinguço the floor, pick up the top brass and surraria mercilessly with it, until he left her face disfigured. Then get up and spit in his face, muttering breathlessly that "touch my Daddy again and I'll kill you, you drunk bastard."


And so I was hitting the drunk. I was hitting with such ease that he did not even realize had virtually no reaction. At that time only remembered the words of the Father. "Beat this drunk my son, he lives in my way on my way." I did not care if the drunk had been my friend for a long time. Do not crossed my mind simply ask the passage drunk, on behalf of our friendship. Dad had told me yet. "My son he threatened me and not told you anything." How drunk do not talk nonsense ....

Mom. I hit this drunk. Should I be proud? Dad says yes. But Dad has not encouraged me to beat someone of my size. Mama I hit a drunk.


Any resemblance to eRepublik is coincidental.

 

Comentarios

Pdias7
Pdias7 Día 1,826, 05:25

MADEINMAFIA
MADEINMAFIA Día 1,826, 05:25

: O

TibuArg
TibuArg Día 1,826, 05:25

v

barbinhas
barbinhas Día 1,826, 05:28

what the heck?

Dio Vigon
Dio Vigon Día 1,826, 05:33

não entendi =p

barbinhas
barbinhas Día 1,826, 05:38

já percebi

Cidadao
Cidadao Día 1,826, 05:47

Qq semelhaça entre Brasil, Espanha e Colombia, é pura coincidência.

CaioMario
CaioMario Día 1,826, 05:48

Quem não entende é estúpido ou não quer entender....

syd de mizar
syd de mizar Día 1,826, 05:53

que pela la que le da la vieja al man.

Passos Coelho
Passos Coelho Día 1,826, 05:57

Brasil
Espanha
Colombia

duh

DFPMP
DFPMP Día 1,826, 06:07

Votado! Muito bom Toboco.

Vito CorIeone
Vito CorIeone Día 1,826, 06:07

VOTADO

Claudio Torch
Claudio Torch Día 1,826, 06:15

Muito bom.

Cmiralles
Cmiralles Día 1,826, 06:44

Quando o bebado não tem noção de seu estado débil e desfavorável, e mesmo assim que acha o malandrão, tem mais é que tomar uma bela surra pra ficar esperto.

As vezes aprende, as vezes não.

Fikadica.

PretenderHT
PretenderHT Día 1,826, 06:50

Nice story bro.

Mr. Scrat
Mr. Scrat Día 1,826, 08:20

\o

teXou
teXou Día 1,826, 08:32

Votado xD

Dio Pumba
Dio Pumba Día 1,826, 08:53

Quando o bebado não tem noção de seu estado débil e desfavorável, e mesmo assim que acha o malandrão, tem mais é que tomar uma bela surra pra ficar esperto.

As vezes aprende, as vezes não.

Fikadica.

patacofalso
patacofalso Día 1,826, 08:57

Toboco tu é que tás com uma grandessíssima piela!

Elvimonte
Elvimonte Día 1,826, 09:00

"Qualquer semelhança com o Erepublik é mera coincidência."

Gostei. Votado!

vargas2sfc
vargas2sfc Día 1,826, 12:43

Arma de defensa - : Distrito 11; Habilidad (Kit de supervivencia 1, poner 3 hora antes para el comentario del dueño)

IDEIAS
IDEIAS Día 1,826, 13:03

Votado

Qualquer comparação com a realidade é mera coincidência.

= )

Juhannus Petrus
Juhannus Petrus Día 1,826, 13:46

LOL!
Grande!!! = )

Votado

Mr. Levi
Mr. Levi Día 1,826, 14:01

Quando o bebado não tem noção de seu estado débil e desfavorável, e mesmo assim que acha o malandrão, tem mais é que tomar uma bela surra pra ficar esperto.

As vezes aprende, as vezes não.

Fikadica.

dfgusmao
dfgusmao Día 1,826, 14:37

Toboco como policial devo dar-lhe voz de prisão pelo crime de tentativa de homicídio (pelo estado grave que o bêbado ficou após a surra).

Toboco
Toboco Día 1,826, 17:22

uahuahuah

Boa gusmão!!

heilel
heilel Día 1,826, 18:11

não li o artigo. muito texto!

nkrsystem
nkrsystem Día 1,826, 19:25

v

Janad0
Janad0 Día 1,827, 07:44

v

 
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