Violação Contratual (EUA)
Portugueses,
Enquanto Comissário dos Assuntos Parlamentares venho por este meio informar de que a Presidência de Portugal deu inicio a um trial, devido ao incumprimento do Governo dos Estados Unidos da América do contracto de Paz assinado entre ambos os países, no dia 647, o qual previa a devolução de todos os territórios ocupados por Portugal, perante o pagamento mensal de 100 Gold.
Perante o incumprimento do pagamento de uma das prestações decidiu a Presidência pedir a actuação dos Administradores no sentido de fazer aplicar o contracto, especialmente no que toca à sua clausula de incumprimento, a qual prevê um pagamento de 5.000 Gold da parte do incumpridor.
Convém relembrar que os trials costumam ser demorados, e que por isso é necessário manter toda a calma, e evitar flames num delicado assunto diplomático, com um dos países com quem fazemos fronteira.
Cumprimentos,
Judazs
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Resposta à Interpelação ao Governo (Assuntos Parlamentares)
Portugueses,
É como Comissário dos Assuntos Parlamentares que vos falo, função que assumi desde o dia em que tomei posse, estabelecendo pontes e bases de dialogo sistemático no sentido do desenvolvimento claro e explicito de ideias e opiniões diferentes. É opinião da Coligação de Esquerda, que ao contrário do que tinha vindo a ser praticado pelos anteriores governos PDA, se deve promover de forma sistemática e organizada a troca de opiniões, não só com os Líderes Partidários e Congressistas, mas essencialmente com a população em geral.
É assim com profundo pesar que vejo o PDA dilacerar todos os esforços que têm vindo a ser despenhados, quer junto da sua liderança, quer dos seus congressistas com o único objectivo de se colocar na agenda política, com o único objectivo de se mostrar vivo.
O #eportugal da Ptnet foi relançado como espaço de debate, de troca de opiniões, de propostas, de exposição de ideias. Foi, e é, uma das mais fortes bandeiras da Coligação de Esquerda. E o PDA sabe, e sempre soube disso, e, ainda assim, optou por se sobrepor ao debate com os seus pares, optou por se sobrevalorizar ao debate de ideias, optou por condicionar à partida o debate, e mesmo sabendo que, cerca de 20 horas depois de lançar a sua interpelação, todas as duvidas seriam tiradas, todas as questões esclarecidas, optou, conscientemente por dinamitar o debate livre de ideias.
Sempre me mantive disponível perante o PDA para tirar todas as duvidas que surgissem, para responder, no âmbito das minhas funções, a todas as questões postas, num período util para o debate, e nego peremptoriamente que me tenha sido endereçada qualquer duvida especifica sobre a questão que o PDA agora vem levantar, seja pela sua liderança, ou por qualquer um dos seus membros. O PDA afirma que não lhe foram prestados esclarecimentos, mas cabe-me a mim informar que a mim nunca foram pedidos. O PDA afirma que não lhe foram dadas outras opções de participação expressa e especifica sobre o Charter, mas sabe o PDA, bem como a generalidade da população, da existência de um fórum da comunidade, e foi o mesmo PDA quando alertou para a impossibilidade de participação de 1 membro na reunião do #eportugal, relembrado da existência do fórum e da possibilidade de o utilizar com esse fim, e ainda assim, não se viu da parte do PDA, quer através do seu líder, quer de qualquer um dos seus membros, ser escrita no mesmo uma única linha sobre o assunto, demonstrando assim de forma clara e óbvia que o seu propósito não é o de promover o debate sério e desinteressado sobre o futuro de Portugal, e sobre os interesses estratégicos fundamentais, nem o de expressar a sua opinião, mas sim, o de fazer oposição pela oposição, para mostrar serviço, de forma claramente irresponsável.
Cabe-me ainda relembrar a população de qual a postura do PDA no debate dos 2 charters anteriores a que Portugal se sujeitou, quer o da Aliança Mediterrânea, debatido entre o Presidente do PDA, e as elites Portuguesas, quer o da PEACE-GC, debatido entre o lider do PDA e as elites vigentes, bem como relembrar a população de qual a postura do PDA quando alguns países aliados lhe pediram para invadir os Estados Unidos da América, limitando-se a atacar sem nunca explicar como, quando ou porquê. Mas cabe-me ainda lembrar a posição do PDA quando à bem pouco tempo, o Presidente de Portugal foi hackado, ficou doente, e desapareceu, tendo o PDA sido forçado a exprimir-se perante um impeachment do PRD.
E em todos estes exemplos, sempre o mesmo PDA, mudo, autista, sem querer saber a opinião da população, sem querer ouvir a voz dos restantes líderes partidários, sem sequer se dar ao trabalho de explicar aos congressistas o que estava a ser feito, como e porquê. É este PDA, que hoje, 3 semanas depois de ter sido expulso do poder pelo voto popular de 25 de Outubro e 5 de Novembro que agora vem exigir ser ouvido, quando já o é? Que agora vem exigir ter esclarecimentos sistematicos e sucessivos, quando já os tem? Que vem exigir debater ideias e opiniões, quando já são marcados debates com esse objectivo? Que se vem pôr em bicos dos pés, exigindo que lhe seja dado um valor que não lhe foi reconhecido nas urnas?
Dado o desinteresse do PDA, da sua liderança e dos seus membros, em participar de forma clara e explicita na troca livre de ideias entre todos os responsáveis políticos no debate marcado para amanhã para o #eportugal, resta-me apenas apelar a todos os outros, que não seguem uma postura de criticar para não serem esquecidos, que têm de facto uma noção real da importância dos debates, da expressão livre e independente de cada líder partidário, por menos representativo que seja, de cada congressista, por mais inexperiente que seja, de cada português por mais simples que seja, que apareçam esta quinta-feira às 21h no #eportugal, para tirarem todas as duvidas, para fazerem as suas propostas, e para debaterem as suas ideias, de cada um, neste momento que é essencial para Portugal.
Contamos contigo, aparece!
Cumprimentos,
Judazs
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Candidatura ao Partido Socialista
Socialistas,
No passado dia 13.10.2009 apresentei a minha primeira candidatura à liderança do Partido Socialista, com o objectivo claro de o dinamizar, engrandecer, e fazer passar as suas mensagens para a generalidade da população, propondo-me a ser um dos líderes da mudança, mudando a forma de se estar na política, de se viver, e fazer política, tendo esse objectivo sido conseguido no âmbito da Coligação de Esquerda em que o Partido Socialista se encontra desde 03.10.2009, trabalhando em conjunto com o eBloco de Esquerda e o Partido Revolucionário eComunista.
Tendo-me Propondo na altura cumprir os seguintes objectivos enquanto líder do PS, é chegado o tempo de os analisar:
- reactivar os canais de comunicação internos e externos, privados e públicos do partido – Criada a org do partido - eSocialismo, com o jornal - eSocialismo, bem como a sala de chat #eSocialismona rede de irc da Ptnet (ua.ptnet.org)
- promover o debate sistemático dos assuntos em questão na ordem politica, social, económica e militar do dia-a-dia num espaço conjunto aberto à participação externa – Não foi conseguido a nível interno, devido à falta de participação dos membros do Partido Socialista, mas acabou por ser feito com vários debates no âmbito da Esquerda com membros de outras forças políticas (no canal #eSocialismo da Ptnet)
- manter um espírito de inter-dialogo e partilha sistemática com todos os partidos da Esquerda, considerando como valida a manutenção da Coligação de Esquerda – Totalmente atingido, com os brilhantes resultados no Congresso e nas Eleições Presidenciais.
- promover o debate ideológico intrapartidário dando um rumo definido, a médio prazo, ao partido – Deu-se inicio à exploração da base ideológica do Socialismo, desde a sua génese até à actualidade, faltando encontrar pontos de contacto entre membros de forma a desenvolver um claro rumo ideológico a aplicar para o futuro.
- trabalhar no sentido do aumento de participação sistemática de todos os seus membros, quer na vida interna do partido, quer nas actividades de cariz nacional – Tendo-se trabalhado neste sentido, especialmente usando a org eSocialismo, de facto não se obteve resultados práticos, mantendo-se o desinteresse dos membros do Partido Socialista em participarem activamente nas opções do partido.
- promover o desenvolvimento do espírito critico dos membros do partido – Trabalho desenvolvido pela org, ainda com muito a fazer.
- desenvolver órgãos de trabalho específicos gerando objectivos de conhecimento intra partidários – Trabalho não concluído devido à falta de participação, motivação ou interesse dos actuais membros.
Após 1 mês de trabalho como líder do Partido Socialista, e apesar de considerar que muito foi feito, quer no âmbito da Coligação de Esquerda, com a conquista de uma Maioria Relativa do Congresso, e através da vitória nas eleições presidenciais, integrando actualmente o Governo como responsável dos Assuntos Parlamentares, quer no próprio partido, julgo que é tempo de voltar a actuar de forma constante e sistemática, quer no sentido do dialogo intra e inter-partidario, quer no sentido do crescimento sustentado do partido e da sua participação clara e explicita na vida activa nacional e internacional, apresentando-me assim, uma vez mais, a eleições internas.
Pelo Socialismo
Pela Esquerda
Por Portugal
Judazs
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Propostas para o futuro
Boa Tarde,
Venho, por este meio, partilhar convosco métodos e formas que considero serem importantes, para pensar, ter em conta, e eventualmente implementar num futuro próximo. Umas serão consideras e debatidas, outras postas de parte ou até esquecidas.
São essencialmente diferentes abordagens a realidades já existentes, pensadas no sentido da aproximação dos cidadãos em geral à governação de Portugal.
Naturalmente tendo em conta o ambiente político que se vive, são propostas independentes, independentes da força politica que lidero, independentes da candidatura a que pertenço, independentes das candidaturas existentes. São propostas de um cidadão, para um país.
Menos executivo, mais pessoas, maior envolvência, maior abertura, mais desenvolvimento
Ministério Desenvolvimento Social
Cabe à função deste Ministério, ao contrário do que tem sido promovido por sucessivos governos, a promoção e informação de medidas reais desenvolvidas pela sociedade civil.
Cabe a este órgão governamental apoiá-las, promovê-las, debatê-las e incentivá-las. Cabe-lhe manter em “cima da mesa” todas as boas propostas que foram feitas no passado e que por qualquer motivo desapareceram.
A função de Ministro do Desenvolvimento Social é uma função de diálogo, de incentivo, de promoção de ideias. Promoção nos meios do Estado das ideias dos cidadãos. Incentivo de formas novas, de atitudes novas, adubando os projectos existentes e fomentando novos projectos. Através da concentração de ideias, de projectos, de opiniões, criando uma real massa critica de desenvolvimento social, para que todos os cidadãos que queiram trazer ideias novas para o jogo encontrem formas de as implementar, pessoas com quem o fazer, e métodos de divulgação.
O Ministro do Desenvolvimento Social deve, por isso, ser que apesar de ter os conhecimentos mínimos do jogo, terá que ter, essencialmente, uma enorme capacidade de dialogo e de motivação, uma força impulsionadora de trabalho. Não se tornando no elemento congregador do trabalho, mas apenas no elemento motivador. O Trabalho social deve ser feito essencialmente pela Sociedade, pelos seus membros, independentes de Partidos e de Governos.
Cabe assim ao Ministro do Desenvolvimento Social dar o poder social às pessoas, retirando-o da Função Executiva.
Ministério da Economia
Considero, que tal como o Ministro do Desenvolvimento Social, o Ministro da Economia não deve ser a pessoa que faz, que trabalha efectivamente com as ferramentas económicas do Estado, mas sim quem analisa a Economia de um ponto de vista meramente Estatal, entregando à população as funções de Gestão.
Um Ministro da Economia necessita ter conhecimentos abrangentes de Macroeconomia, deve ter uma visão especifica dos mercados nacionais – Mercados de Produtos e Matérias Primas, Mercado de Trabalho e Mercado Monetário – deve ter o tempo e disponibilidade para os analisar e saber perceber as suas evoluções, tendo a devida capacidade de prever as suas evoluções e os seus reais impactos na nossa economia.
Cabe ao Ministro da Economia traçar o caminho económico a desenvolver, não num plano meramente imediato, mas sim desenvolvendo estudos e politicas de desenvolvimento nacional a médio e longo prazo. Cabendo-lhe essencialmente o desenvolvimento da politica fiscal, e a especificação de métodos e formas da sua implementação. Cabe-lhe especificar os níveis ideais de produção de cada um dos grupos empresariais ao serviço do Estado, bem como promover os estudos de implementação de potenciais empresas estatais no estrangeiro.
É também papel fundamental do Ministro da Economia a articulação dos empresários portugueses no estrangeiro, atribuindo-lhes o papel de impulsionadores de Portugal, bem como de articulação com os grandes investidores estrangeiros em Portugal.
Deve ser o Ministro da Economia a ter na sua posse todas as ferramentas, a desenvolver os estudos, e a implementar as politicas que condicionam o Desenvolvimento Económico Nacional.
O Ministro da Economia não deve ser, de todo, reduzido à função de Gestor Empresarial. Para essa função devem ser criados Comités de Gestão Empresarial, os quais se preocupam, dia a dia, com o financiamento especifico das empresas, com a wellness de cada trabalhador, com o skill que está em cada empresa, como e porquê, de forma a implementar, da melhor maneira as directivas de produção do Executivo.
Defendo assim a criação de 4 Grupos Económicos Estatais, com funções distintas, com Gestores distintos, com objectivos distintos:
1 – Grupo Educacional
Cabe-lhe a Gestão das Empresas de Educação, tendo como objectivo a manutenção de salário mínimo real ideal para a Economia Nacional (defendo que seja equivalente a 1 food Q2), desenvolvendo novos trabalhadores, nos 3 ramos de produtividade, de forma a criar mão de obra especializada pronta a ser usada no mercado de trabalho.
Toda a produção deve ser usada para o auto-financiamento das mesmas, o qual deve ser suportado essencialmente pelo Estado.
Cabe à Gestão do Grupo Educacional seguir as directivas de Salários Mínimos, Ofertas de Emprego para Skill 0 e implementação no mercado dadas pelo Ministério da Economia, contactando-o apenas em caso de duvida.
Defendo que se considere, a longo prazo, o abandono da produção de prendas (os quais caíram em desuso), passando a produzir armas, para venda no mercado. Ficando assim este grupo composto por:
- 1 Empresa de Cereais Q1
- 1 Empresa de Casas Q1
- 1 Empresa de Armas Q1
- 1 Empresa de Madeira Q1 (Fechada)
- 1 Empresa de Prendas Q1 (Fechada)
2 – Grupo Militar
Cabe-lhe a Gestão das Empresas de Cariz Militar essenciais ao desenvolvimento das actuações militares, tendo como objectivo a produção de armas, bilhetes e prendas para serem usados constante e sistematicamente pelas Forças Armadas, quer através do EMP, quer do Exército.
Toda a produção destas empresas deve ser usada unicamente para doar aos membros das forças armadas, não havendo lugar à colocação de produtos no mercado.
Cabe à Gestão do Grupo Militar seguir as directivas do Ministério da Economia, no que respeita a salários a praticar, e do Ministério da Defesa no que toca a distribuição dos produtos e a quem.
Tendo em conta a necessidade exaustiva de doações do Grupo Militar aos membros das forças armadas, considero que este Grupo de Gestão deve ser reforçado com membros apenas para essa função.
Do meu ponto de vista, este Grupo, composto por 2 Orgs, deve ter as seguintes empresas:
- 1 Empresa de Ferro Q3
- 1 Empresa de Prendas Q2
- 1 Empresas de Armas Q5
- 1 Empresa de Armas Q1
- 1 Empresa de Bilhetes Q1 (Fechada)
Integrando também, por motivos de organização das orgPT, as seguintes empresas encerradas:
- 1 Empresa de Cereais Q1
- 1 Empresa de Ferro Q3
- 1 Empresa de Hospitais Q1
- 1 Empresa de Madeira Q3
- 1 Empresa de Petróleo Q2
3 – Grupo de Capitalização
Neste grupo estarão inseridas as empresas com real capacidade de capitalizar dinheiro para a Gestão Publica, com capacidade de implementação nos mercados nacionais e internacionais, vendendo tendo como objectivo o lucro máximo possível.
Cabe à Gestão do Grupo de Capitalização encontrar os métodos de gestão tendo em vista o lucro máximo, seguindo as indicações especificas do Ministro da Economia, nomeadamente no que toca a salários a praticar.
Neste grupo devem, do meu ponto de vista, incluir-se as seguintes empresas:
- 1 Empresa de Armas Q5
- 1 Empresa de Casas Q5
- 1 Empresa de Comida Q5
- 1 Empresa de Cereais Q2
Integrando também, por motivos de organização das orgPT:
- 1 Empresa de Ferro Q1
4 – Grupo de Regulação e Armazenamento
Neste grupo encontram-se as restantes empresas das orgPT, distribuídas por 3 orgs, tendo como único objectivos a produção de produtos para despejar no mercado de produtos e matérias primas, visando a tabulação mínima e máxima de produtos, evitando assim os abusos do sector privado nos mercados de produtos, matérias primas e de trabalho.
Julgo ser importante integrar neste grupo uma nova empresa de Armas Q5 tendo como único objectivo a produção para armazenamento. Estas armas seriam mantidas fora da gestão diária do Grupo Militar, sendo usadas apenas em situações de ameaça extrema ao território nacional ou aos territórios originais dos países aliados.
Deve assim a Gestão deste Grupo ser feita tendo em conta as indicações do Ministério da Economia, no que toca a salários ,objectivos de armazenamento e de regulação dos mercados.
Neste Grupo devem incluir-se as seguintes empresas:
- 2 Empresas de Cerais Q4
- 1 Empresa de Cereais Q2
- 1 Empresa de Diamantes Q1
- 1 Empresa de Madeira Q3
- 1 Empresa de Armas Q1
- 1 Empresa de Armas Q5 (A Desenvolver)
- 1 Empresa de Comida Q4
- 2 Empresas de Comida Q1
- 1 Empresa de Ferro Q2
- 1 Empresa de Hospitais Q5
Integrando também, por motivos de organização das orgPT:
- 1 Empresa de Ferro Q1
- 1 Empresa de Ferro Q2
- 2 Empresas de Madeira Q3
- 3 Empresas de Petróleo Q1
- 2 Empresas de Bilhetes Q1
- 1 Empresa de Casas Q2
- 1 Empresa de Hospitais Q1
- 1 Empresa de Hospitais Q2
- 1 Empresa de Prendas Q1
- 1 Empresa de Sistemas de Defesa Q5
A criação dos Grupos Económicos permite muito mais facilmente a despolitização da gestão publica, permitindo integrar na gestão das Empresas Portugal inúmeros gestores dedicados e interessados pelo modelo económico, sem qualquer relação com vida politica, os quais têm sucessivamente sido afastados dos Governos por motivos de “confiança politica”.
Menos Executivo, mais pessoas, mais participação, permite uma maior integração de todos na gestão para todos.
Conselho de Opinião
Órgão de análise e acompanhamento do jogo, dos seus objectivos estratégicos e dos métodos de implementação dos mesmos, com o objectivo de desenvolver novos métodos, técnicas e estratégias económicas, sociais e militares a implementar em Portugal tendo em vista do desenvolvimento, composto por todos os ex-presidentes de Portugal e embaixadores do eRepublik Portugueses.
Governo de Congressistas
Como nota final, venho propor aos líderes partidários que considerem a possibilidade de optar sistemática e unicamente pela escolha de Congressistas Eleitos, como membros do seu executivo, aumentando assim o cariz politico do executivo, bem como incentivando a profissionalização dos políticos, garantindo um executivo participativo e conhecedor dos problemas reais do país, bem como motivando a participação de todos nas eleições para o Congresso.
Sem mais,
Judazs
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O Judazs foi banido!!!!!
"Hello,
Your appeal has been registered.
Your case has been reanalyzed by the appeal committee.
It has been decided that the current suspension needs to be removed.
Regards,
The eRepublik Team "
Agradeço a todos os que me apoiaram nestas horas dificeis.
.. agradeço ainda mais a todos os que me condenaram, criticaram e insultaram, por terem mostrado a sua verdadeira face.
Sem mais,
Judazs read more

