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Propostas para o futuro
Boa Tarde,
Venho, por este meio, partilhar convosco métodos e formas que considero serem importantes, para pensar, ter em conta, e eventualmente implementar num futuro próximo. Umas serão consideras e debatidas, outras postas de parte ou até esquecidas.
São essencialmente diferentes abordagens a realidades já existentes, pensadas no sentido da aproximação dos cidadãos em geral à governação de Portugal.
Naturalmente tendo em conta o ambiente político que se vive, são propostas independentes, independentes da força politica que lidero, independentes da candidatura a que pertenço, independentes das candidaturas existentes. São propostas de um cidadão, para um país.
Menos executivo, mais pessoas, maior envolvência, maior abertura, mais desenvolvimento
Ministério Desenvolvimento Social
Cabe à função deste Ministério, ao contrário do que tem sido promovido por sucessivos governos, a promoção e informação de medidas reais desenvolvidas pela sociedade civil.
Cabe a este órgão governamental apoiá-las, promovê-las, debatê-las e incentivá-las. Cabe-lhe manter em “cima da mesa” todas as boas propostas que foram feitas no passado e que por qualquer motivo desapareceram.
A função de Ministro do Desenvolvimento Social é uma função de diálogo, de incentivo, de promoção de ideias. Promoção nos meios do Estado das ideias dos cidadãos. Incentivo de formas novas, de atitudes novas, adubando os projectos existentes e fomentando novos projectos. Através da concentração de ideias, de projectos, de opiniões, criando uma real massa critica de desenvolvimento social, para que todos os cidadãos que queiram trazer ideias novas para o jogo encontrem formas de as implementar, pessoas com quem o fazer, e métodos de divulgação.
O Ministro do Desenvolvimento Social deve, por isso, ser que apesar de ter os conhecimentos mínimos do jogo, terá que ter, essencialmente, uma enorme capacidade de dialogo e de motivação, uma força impulsionadora de trabalho. Não se tornando no elemento congregador do trabalho, mas apenas no elemento motivador. O Trabalho social deve ser feito essencialmente pela Sociedade, pelos seus membros, independentes de Partidos e de Governos.
Cabe assim ao Ministro do Desenvolvimento Social dar o poder social às pessoas, retirando-o da Função Executiva.
Ministério da Economia
Considero, que tal como o Ministro do Desenvolvimento Social, o Ministro da Economia não deve ser a pessoa que faz, que trabalha efectivamente com as ferramentas económicas do Estado, mas sim quem analisa a Economia de um ponto de vista meramente Estatal, entregando à população as funções de Gestão.
Um Ministro da Economia necessita ter conhecimentos abrangentes de Macroeconomia, deve ter uma visão especifica dos mercados nacionais – Mercados de Produtos e Matérias Primas, Mercado de Trabalho e Mercado Monetário – deve ter o tempo e disponibilidade para os analisar e saber perceber as suas evoluções, tendo a devida capacidade de prever as suas evoluções e os seus reais impactos na nossa economia.
Cabe ao Ministro da Economia traçar o caminho económico a desenvolver, não num plano meramente imediato, mas sim desenvolvendo estudos e politicas de desenvolvimento nacional a médio e longo prazo. Cabendo-lhe essencialmente o desenvolvimento da politica fiscal, e a especificação de métodos e formas da sua implementação. Cabe-lhe especificar os níveis ideais de produção de cada um dos grupos empresariais ao serviço do Estado, bem como promover os estudos de implementação de potenciais empresas estatais no estrangeiro.
É também papel fundamental do Ministro da Economia a articulação dos empresários portugueses no estrangeiro, atribuindo-lhes o papel de impulsionadores de Portugal, bem como de articulação com os grandes investidores estrangeiros em Portugal.
Deve ser o Ministro da Economia a ter na sua posse todas as ferramentas, a desenvolver os estudos, e a implementar as politicas que condicionam o Desenvolvimento Económico Nacional.
O Ministro da Economia não deve ser, de todo, reduzido à função de Gestor Empresarial. Para essa função devem ser criados Comités de Gestão Empresarial, os quais se preocupam, dia a dia, com o financiamento especifico das empresas, com a wellness de cada trabalhador, com o skill que está em cada empresa, como e porquê, de forma a implementar, da melhor maneira as directivas de produção do Executivo.
Defendo assim a criação de 4 Grupos Económicos Estatais, com funções distintas, com Gestores distintos, com objectivos distintos:
1 – Grupo Educacional
Cabe-lhe a Gestão das Empresas de Educação, tendo como objectivo a manutenção de salário mínimo real ideal para a Economia Nacional (defendo que seja equivalente a 1 food Q2), desenvolvendo novos trabalhadores, nos 3 ramos de produtividade, de forma a criar mão de obra especializada pronta a ser usada no mercado de trabalho.
Toda a produção deve ser usada para o auto-financiamento das mesmas, o qual deve ser suportado essencialmente pelo Estado.
Cabe à Gestão do Grupo Educacional seguir as directivas de Salários Mínimos, Ofertas de Emprego para Skill 0 e implementação no mercado dadas pelo Ministério da Economia, contactando-o apenas em caso de duvida.
Defendo que se considere, a longo prazo, o abandono da produção de prendas (os quais caíram em desuso), passando a produzir armas, para venda no mercado. Ficando assim este grupo composto por:
- 1 Empresa de Cereais Q1
- 1 Empresa de Casas Q1
- 1 Empresa de Armas Q1
- 1 Empresa de Madeira Q1 (Fechada)
- 1 Empresa de Prendas Q1 (Fechada)
2 – Grupo Militar
Cabe-lhe a Gestão das Empresas de Cariz Militar essenciais ao desenvolvimento das actuações militares, tendo como objectivo a produção de armas, bilhetes e prendas para serem usados constante e sistematicamente pelas Forças Armadas, quer através do EMP, quer do Exército.
Toda a produção destas empresas deve ser usada unicamente para doar aos membros das forças armadas, não havendo lugar à colocação de produtos no mercado.
Cabe à Gestão do Grupo Militar seguir as directivas do Ministério da Economia, no que respeita a salários a praticar, e do Ministério da Defesa no que toca a distribuição dos produtos e a quem.
Tendo em conta a necessidade exaustiva de doações do Grupo Militar aos membros das forças armadas, considero que este Grupo de Gestão deve ser reforçado com membros apenas para essa função.
Do meu ponto de vista, este Grupo, composto por 2 Orgs, deve ter as seguintes empresas:
- 1 Empresa de Ferro Q3
- 1 Empresa de Prendas Q2
- 1 Empresas de Armas Q5
- 1 Empresa de Armas Q1
- 1 Empresa de Bilhetes Q1 (Fechada)
Integrando também, por motivos de organização das orgPT, as seguintes empresas encerradas:
- 1 Empresa de Cereais Q1
- 1 Empresa de Ferro Q3
- 1 Empresa de Hospitais Q1
- 1 Empresa de Madeira Q3
- 1 Empresa de Petróleo Q2
3 – Grupo de Capitalização
Neste grupo estarão inseridas as empresas com real capacidade de capitalizar dinheiro para a Gestão Publica, com capacidade de implementação nos mercados nacionais e internacionais, vendendo tendo como objectivo o lucro máximo possível.
Cabe à Gestão do Grupo de Capitalização encontrar os métodos de gestão tendo em vista o lucro máximo, seguindo as indicações especificas do Ministro da Economia, nomeadamente no que toca a salários a praticar.
Neste grupo devem, do meu ponto de vista, incluir-se as seguintes empresas:
- 1 Empresa de Armas Q5
- 1 Empresa de Casas Q5
- 1 Empresa de Comida Q5
- 1 Empresa de Cereais Q2
Integrando também, por motivos de organização das orgPT:
- 1 Empresa de Ferro Q1
4 – Grupo de Regulação e Armazenamento
Neste grupo encontram-se as restantes empresas das orgPT, distribuídas por 3 orgs, tendo como único objectivos a produção de produtos para despejar no mercado de produtos e matérias primas, visando a tabulação mínima e máxima de produtos, evitando assim os abusos do sector privado nos mercados de produtos, matérias primas e de trabalho.
Julgo ser importante integrar neste grupo uma nova empresa de Armas Q5 tendo como único objectivo a produção para armazenamento. Estas armas seriam mantidas fora da gestão diária do Grupo Militar, sendo usadas apenas em situações de ameaça extrema ao território nacional ou aos territórios originais dos países aliados.
Deve assim a Gestão deste Grupo ser feita tendo em conta as indicações do Ministério da Economia, no que toca a salários ,objectivos de armazenamento e de regulação dos mercados.
Neste Grupo devem incluir-se as seguintes empresas:
- 2 Empresas de Cerais Q4
- 1 Empresa de Cereais Q2
- 1 Empresa de Diamantes Q1
- 1 Empresa de Madeira Q3
- 1 Empresa de Armas Q1
- 1 Empresa de Armas Q5 (A Desenvolver)
- 1 Empresa de Comida Q4
- 2 Empresas de Comida Q1
- 1 Empresa de Ferro Q2
- 1 Empresa de Hospitais Q5
Integrando também, por motivos de organização das orgPT:
- 1 Empresa de Ferro Q1
- 1 Empresa de Ferro Q2
- 2 Empresas de Madeira Q3
- 3 Empresas de Petróleo Q1
- 2 Empresas de Bilhetes Q1
- 1 Empresa de Casas Q2
- 1 Empresa de Hospitais Q1
- 1 Empresa de Hospitais Q2
- 1 Empresa de Prendas Q1
- 1 Empresa de Sistemas de Defesa Q5
A criação dos Grupos Económicos permite muito mais facilmente a despolitização da gestão publica, permitindo integrar na gestão das Empresas Portugal inúmeros gestores dedicados e interessados pelo modelo económico, sem qualquer relação com vida politica, os quais têm sucessivamente sido afastados dos Governos por motivos de “confiança politica”.
Menos Executivo, mais pessoas, mais participação, permite uma maior integração de todos na gestão para todos.
Conselho de Opinião
Órgão de análise e acompanhamento do jogo, dos seus objectivos estratégicos e dos métodos de implementação dos mesmos, com o objectivo de desenvolver novos métodos, técnicas e estratégias económicas, sociais e militares a implementar em Portugal tendo em vista do desenvolvimento, composto por todos os ex-presidentes de Portugal e embaixadores do eRepublik Portugueses.
Governo de Congressistas
Como nota final, venho propor aos líderes partidários que considerem a possibilidade de optar sistemática e unicamente pela escolha de Congressistas Eleitos, como membros do seu executivo, aumentando assim o cariz politico do executivo, bem como incentivando a profissionalização dos políticos, garantindo um executivo participativo e conhecedor dos problemas reais do país, bem como motivando a participação de todos nas eleições para o Congresso.
Sem mais,
Judazs
Venho, por este meio, partilhar convosco métodos e formas que considero serem importantes, para pensar, ter em conta, e eventualmente implementar num futuro próximo. Umas serão consideras e debatidas, outras postas de parte ou até esquecidas.
São essencialmente diferentes abordagens a realidades já existentes, pensadas no sentido da aproximação dos cidadãos em geral à governação de Portugal.
Naturalmente tendo em conta o ambiente político que se vive, são propostas independentes, independentes da força politica que lidero, independentes da candidatura a que pertenço, independentes das candidaturas existentes. São propostas de um cidadão, para um país.
Menos executivo, mais pessoas, maior envolvência, maior abertura, mais desenvolvimento
Ministério Desenvolvimento Social
Cabe à função deste Ministério, ao contrário do que tem sido promovido por sucessivos governos, a promoção e informação de medidas reais desenvolvidas pela sociedade civil.
Cabe a este órgão governamental apoiá-las, promovê-las, debatê-las e incentivá-las. Cabe-lhe manter em “cima da mesa” todas as boas propostas que foram feitas no passado e que por qualquer motivo desapareceram.
A função de Ministro do Desenvolvimento Social é uma função de diálogo, de incentivo, de promoção de ideias. Promoção nos meios do Estado das ideias dos cidadãos. Incentivo de formas novas, de atitudes novas, adubando os projectos existentes e fomentando novos projectos. Através da concentração de ideias, de projectos, de opiniões, criando uma real massa critica de desenvolvimento social, para que todos os cidadãos que queiram trazer ideias novas para o jogo encontrem formas de as implementar, pessoas com quem o fazer, e métodos de divulgação.
O Ministro do Desenvolvimento Social deve, por isso, ser que apesar de ter os conhecimentos mínimos do jogo, terá que ter, essencialmente, uma enorme capacidade de dialogo e de motivação, uma força impulsionadora de trabalho. Não se tornando no elemento congregador do trabalho, mas apenas no elemento motivador. O Trabalho social deve ser feito essencialmente pela Sociedade, pelos seus membros, independentes de Partidos e de Governos.
Cabe assim ao Ministro do Desenvolvimento Social dar o poder social às pessoas, retirando-o da Função Executiva.
Ministério da Economia
Considero, que tal como o Ministro do Desenvolvimento Social, o Ministro da Economia não deve ser a pessoa que faz, que trabalha efectivamente com as ferramentas económicas do Estado, mas sim quem analisa a Economia de um ponto de vista meramente Estatal, entregando à população as funções de Gestão.
Um Ministro da Economia necessita ter conhecimentos abrangentes de Macroeconomia, deve ter uma visão especifica dos mercados nacionais – Mercados de Produtos e Matérias Primas, Mercado de Trabalho e Mercado Monetário – deve ter o tempo e disponibilidade para os analisar e saber perceber as suas evoluções, tendo a devida capacidade de prever as suas evoluções e os seus reais impactos na nossa economia.
Cabe ao Ministro da Economia traçar o caminho económico a desenvolver, não num plano meramente imediato, mas sim desenvolvendo estudos e politicas de desenvolvimento nacional a médio e longo prazo. Cabendo-lhe essencialmente o desenvolvimento da politica fiscal, e a especificação de métodos e formas da sua implementação. Cabe-lhe especificar os níveis ideais de produção de cada um dos grupos empresariais ao serviço do Estado, bem como promover os estudos de implementação de potenciais empresas estatais no estrangeiro.
É também papel fundamental do Ministro da Economia a articulação dos empresários portugueses no estrangeiro, atribuindo-lhes o papel de impulsionadores de Portugal, bem como de articulação com os grandes investidores estrangeiros em Portugal.
Deve ser o Ministro da Economia a ter na sua posse todas as ferramentas, a desenvolver os estudos, e a implementar as politicas que condicionam o Desenvolvimento Económico Nacional.
O Ministro da Economia não deve ser, de todo, reduzido à função de Gestor Empresarial. Para essa função devem ser criados Comités de Gestão Empresarial, os quais se preocupam, dia a dia, com o financiamento especifico das empresas, com a wellness de cada trabalhador, com o skill que está em cada empresa, como e porquê, de forma a implementar, da melhor maneira as directivas de produção do Executivo.
Defendo assim a criação de 4 Grupos Económicos Estatais, com funções distintas, com Gestores distintos, com objectivos distintos:
1 – Grupo Educacional
Cabe-lhe a Gestão das Empresas de Educação, tendo como objectivo a manutenção de salário mínimo real ideal para a Economia Nacional (defendo que seja equivalente a 1 food Q2), desenvolvendo novos trabalhadores, nos 3 ramos de produtividade, de forma a criar mão de obra especializada pronta a ser usada no mercado de trabalho.
Toda a produção deve ser usada para o auto-financiamento das mesmas, o qual deve ser suportado essencialmente pelo Estado.
Cabe à Gestão do Grupo Educacional seguir as directivas de Salários Mínimos, Ofertas de Emprego para Skill 0 e implementação no mercado dadas pelo Ministério da Economia, contactando-o apenas em caso de duvida.
Defendo que se considere, a longo prazo, o abandono da produção de prendas (os quais caíram em desuso), passando a produzir armas, para venda no mercado. Ficando assim este grupo composto por:
- 1 Empresa de Cereais Q1
- 1 Empresa de Casas Q1
- 1 Empresa de Armas Q1
- 1 Empresa de Madeira Q1 (Fechada)
- 1 Empresa de Prendas Q1 (Fechada)
2 – Grupo Militar
Cabe-lhe a Gestão das Empresas de Cariz Militar essenciais ao desenvolvimento das actuações militares, tendo como objectivo a produção de armas, bilhetes e prendas para serem usados constante e sistematicamente pelas Forças Armadas, quer através do EMP, quer do Exército.
Toda a produção destas empresas deve ser usada unicamente para doar aos membros das forças armadas, não havendo lugar à colocação de produtos no mercado.
Cabe à Gestão do Grupo Militar seguir as directivas do Ministério da Economia, no que respeita a salários a praticar, e do Ministério da Defesa no que toca a distribuição dos produtos e a quem.
Tendo em conta a necessidade exaustiva de doações do Grupo Militar aos membros das forças armadas, considero que este Grupo de Gestão deve ser reforçado com membros apenas para essa função.
Do meu ponto de vista, este Grupo, composto por 2 Orgs, deve ter as seguintes empresas:
- 1 Empresa de Ferro Q3
- 1 Empresa de Prendas Q2
- 1 Empresas de Armas Q5
- 1 Empresa de Armas Q1
- 1 Empresa de Bilhetes Q1 (Fechada)
Integrando também, por motivos de organização das orgPT, as seguintes empresas encerradas:
- 1 Empresa de Cereais Q1
- 1 Empresa de Ferro Q3
- 1 Empresa de Hospitais Q1
- 1 Empresa de Madeira Q3
- 1 Empresa de Petróleo Q2
3 – Grupo de Capitalização
Neste grupo estarão inseridas as empresas com real capacidade de capitalizar dinheiro para a Gestão Publica, com capacidade de implementação nos mercados nacionais e internacionais, vendendo tendo como objectivo o lucro máximo possível.
Cabe à Gestão do Grupo de Capitalização encontrar os métodos de gestão tendo em vista o lucro máximo, seguindo as indicações especificas do Ministro da Economia, nomeadamente no que toca a salários a praticar.
Neste grupo devem, do meu ponto de vista, incluir-se as seguintes empresas:
- 1 Empresa de Armas Q5
- 1 Empresa de Casas Q5
- 1 Empresa de Comida Q5
- 1 Empresa de Cereais Q2
Integrando também, por motivos de organização das orgPT:
- 1 Empresa de Ferro Q1
4 – Grupo de Regulação e Armazenamento
Neste grupo encontram-se as restantes empresas das orgPT, distribuídas por 3 orgs, tendo como único objectivos a produção de produtos para despejar no mercado de produtos e matérias primas, visando a tabulação mínima e máxima de produtos, evitando assim os abusos do sector privado nos mercados de produtos, matérias primas e de trabalho.
Julgo ser importante integrar neste grupo uma nova empresa de Armas Q5 tendo como único objectivo a produção para armazenamento. Estas armas seriam mantidas fora da gestão diária do Grupo Militar, sendo usadas apenas em situações de ameaça extrema ao território nacional ou aos territórios originais dos países aliados.
Deve assim a Gestão deste Grupo ser feita tendo em conta as indicações do Ministério da Economia, no que toca a salários ,objectivos de armazenamento e de regulação dos mercados.
Neste Grupo devem incluir-se as seguintes empresas:
- 2 Empresas de Cerais Q4
- 1 Empresa de Cereais Q2
- 1 Empresa de Diamantes Q1
- 1 Empresa de Madeira Q3
- 1 Empresa de Armas Q1
- 1 Empresa de Armas Q5 (A Desenvolver)
- 1 Empresa de Comida Q4
- 2 Empresas de Comida Q1
- 1 Empresa de Ferro Q2
- 1 Empresa de Hospitais Q5
Integrando também, por motivos de organização das orgPT:
- 1 Empresa de Ferro Q1
- 1 Empresa de Ferro Q2
- 2 Empresas de Madeira Q3
- 3 Empresas de Petróleo Q1
- 2 Empresas de Bilhetes Q1
- 1 Empresa de Casas Q2
- 1 Empresa de Hospitais Q1
- 1 Empresa de Hospitais Q2
- 1 Empresa de Prendas Q1
- 1 Empresa de Sistemas de Defesa Q5
A criação dos Grupos Económicos permite muito mais facilmente a despolitização da gestão publica, permitindo integrar na gestão das Empresas Portugal inúmeros gestores dedicados e interessados pelo modelo económico, sem qualquer relação com vida politica, os quais têm sucessivamente sido afastados dos Governos por motivos de “confiança politica”.
Menos Executivo, mais pessoas, mais participação, permite uma maior integração de todos na gestão para todos.
Conselho de Opinião
Órgão de análise e acompanhamento do jogo, dos seus objectivos estratégicos e dos métodos de implementação dos mesmos, com o objectivo de desenvolver novos métodos, técnicas e estratégias económicas, sociais e militares a implementar em Portugal tendo em vista do desenvolvimento, composto por todos os ex-presidentes de Portugal e embaixadores do eRepublik Portugueses.
Governo de Congressistas
Como nota final, venho propor aos líderes partidários que considerem a possibilidade de optar sistemática e unicamente pela escolha de Congressistas Eleitos, como membros do seu executivo, aumentando assim o cariz politico do executivo, bem como incentivando a profissionalização dos políticos, garantindo um executivo participativo e conhecedor dos problemas reais do país, bem como motivando a participação de todos nas eleições para o Congresso.
Sem mais,
Judazs

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pensava que o lider da tua força politica era o Julio de Matos.
Voted?
V
votado leio depois demasiado grande :X
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44 empresas estatais?
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v
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votado
Assim à primeira vista concordo com a forma conceptual de Governo. Mas receio que sejam necessárias demasiadas pessoas que, invariavelmente, acabam por desistir, desaparecem ou são banidas.
Quanto aos grupos no Ministério das OrgPT, teria algumas anotações a fazer, mas julgo que não sejam importantes.
Destaco apenas o Grupo Educacional onde penso que a produção poderia ser usada para armazenamento. Substituiria a Empresa de Casas Q1 por uma de Q5, com o respectivo apoio em Prendas ou Comida aos trabalhadores. As Casas Q1 são desprezáveis já que o benefício não justifica o custo.
Nos outros Grupos, mais do que ser o Estado a produzir através das OrgPT, deve este promover a iniciativa privada nacional, sempre que necessário, com a assinatura de contratos de fornecimento de produtos e raws, à excepção das empresas vitais.
Não apoio a ideia de Estado Empresa. Para mim o Estado deve desempenhar um papel de promoção e desenvolvimento social e económico do país.
Quanto ao Conselho de Opinião, penso que mais do que os ex-Presidentes, há na comunidade cívica elementos com maior capacidade critica e de análise. Um ex-Presidente não é sinónimo de experiência e conhecimento.
A ideia do Governo de Congressitas é muito boa e reitero o apelo.
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Conceptualmente concordo e com certeza verificas-te a inexistência de sobreposição de empresas entre grupos, bem como possíveis sinergias entre grupos com vista a racionalização/optimização de recursos,
sobre o Conselho de opinião deve ter acesso quem tenha demonstrado capacidade para tal
Cumps
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v
Votado.